Quando diferentes dispositivos ficam comprometidos depois de passar pelo mesmo computador, vale investigar o Windows como possível fonte de reinfecção.
Sinais de que o problema pode estar no PC
USBs limpos voltam a apresentar atalhos, surge o mesmo executável em mais de uma unidade ou o problema reaparece poucos instantes depois da conexão. Nenhum sinal isolado prova a origem, mas o padrão combinado é relevante.
Persistência que merece ser verificada
Run/RunOnce, Startup e tarefas agendadas são mecanismos legítimos do Windows que também podem ser abusados por malware. O diagnóstico deve distinguir entradas esperadas de combinações suspeitas de localização, nome, hash e comportamento.
Evite espalhar o incidente
Enquanto o computador não for analisado, evite conectar novos USBs, discos externos ou dispositivos usados para transportar ficheiros importantes. Isso reduz o risco de ampliar o ciclo de propagação.
Confirme depois da limpeza
Uma neutralização deve ser seguida por nova análise do Windows e do dispositivo. O objetivo é confirmar que os indicadores conhecidos e os mecanismos de reinfecção suportados já não são encontrados.
“Nenhum indicador conhecido encontrado” é diferente de prometer que o computador está livre de todo malware possível.
Analise primeiro. Decida depois.
O ANTÍDOTO mostra os indicadores encontrados antes da neutralização.
